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Controle
de Qualidade |
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| Controle estatístico do processo (CEP), FMEA e PDCA encabeçam a lista dos métodos adotados pela KTR na garantia da qualidade. A produção da KTR é assistida por profissionais especializados, onde são detectados eventuais variações no processo, matéria prima ou produto. Toda e qualquer variação é plotada em gráfico específico (CEP) analisando assim os limites admissliveis, sendo os mesmos utilizados como ferramentas para redução dessas variações. Além de contar com um processo totalmente rastreado em todos os seus estágios. A KTR coloca o seu Manual da Qualidade a disposição de seus clientes.
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Breve esclarecimento quanto a manufatura dos fusíveis Ambiente:
O local onde são efetuados os testes é fechado, sem interferência de demais
situações inconvenientes ao teste e ao funcionamento do equipamento de
medição. Temperatura:
A temperatura utilizada é reproduzida de uma situação real de ação do
fusível, pois o mesmo se encontra fechado, geralmente em uma caixa, onde
ficam encaixados, em muitos casos, perto de componentes produtores de
calor. ex:
25ºC de temperatura ambiente, sendo que o fusível em operação não pode
trabalhar com mais que 6% de sua corrente nominal. Classificação da
corrente:
Para a escolha correta do fusível, deve-se observar o valor da corrente
nominal do fusível, para compensar as variações das condições de trabalho
do fusível. Recomendamos para a vida longa e proteção do seu equipamento,
utilizar um fusível com corrente nominal, não mais que 75% do valor nominal
registrado na classificação do fabricante do seu equipamento, com a finalidade
de evitar assim, qualquer situação crítica no seu equipamento.
Material:
O material utilizado visa maior condutibilidade, bem como sensibilidade
às correntes ora requeridas. A proteção dos filamentos, visa não só seu
encaixe, como facilidade de manuseio e insensíveis às variações de temperatura;
devendo resistir à deformações e demais situações decorrentes da alta de temperatura. Durante um defeito, situação crítica ou condição
de curto circuito, um fusível pode receber instantes de alta corrente,
não pode ocorrer explosões ou rupturas da proteção. A proteção implica
em deixar o fusível intacto, defendendo o circuito de agentes externos. Dimensões:
As dimensões são especificadas em milímetros. Os fusíveis de vidro são
classificados dimensionalmente com o termo "AG", proveniente
de "automobile glass", com o surgimento de diferentes manufaturas
foi criado um novo tamanho denominado agora por "3AG" simbolizando
3 vezes a dimensão anterior. Outras denominações podem ser encontradas como "AB", corpos manufaturados em baquelite, fibra
ou outro material que não o vidro.
Modo de teste:
destrutivo, uma vez submetido a diferentes correntes. Curva tempo
X
corrente (curva de fusão):Devido ao processo de manufatura
se verificar em condições únicas, os testes são feitos por lotes e controlados
por CEP (controle estatístico do processo), cada lote tem sua "curva
de fusão" obtida através dos testes, classificando-os em “conforme”,
garantindo assim a correta amperagem dos fusíveis.
Nomenclatura
da Curva de fusão: FÓRMULA
t = tempo expresso em segundos Sendo
descrita a corrente nominal em
ampéries quadrado segundo A
análise da variação do tempo de exposição à uma corrente nominal se deve
ao fato de colher dados a cerca de pulsos de corrente (pouco tempo de
exposição) à fadiga dos fusíveis (muito tempo de exposição) determinando
seu tempo de vida útil em condições normais de uso. A determinação do
nº de pulsos utilizados nos testes foi determinado com 38% da ruptura
nominal. As curvas de testes utilizadas na
KTR são determinadas com variação
de tempo com início em 1 segundo (ou décimos menos) tendo em vista a amperagem
fabricada, e o tipo de equipamento utilizado para os testes.
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